| 1. A Vida pede um pouco
da sua atenção.
Agasalhado na concha do ventre,
o corpo de alguém se forma. Alguém
despreocupado, confiante, simples, que vive
sua vida de sonhos. Aguarda o momento em que
verá a luz. Um dia estivemos todos lá,
mergulhados nessa cálida inconsciência,
aguardando... Por isso, a idéia de uma
lâmina que extingue essa vida pequenina
nos dói tanto.
Aqui no Brasil, projetos de
lei querem tornar legal o aborto. Há
algo mais cruel do que tirar a vida do indefeso?
Do que não tem voz? Há coisa mais
estranha do que descartar pedaços de
gente porque serão mal-formados, deficientes,
di-fe-ren-tes?
Legalizar o aborto é
optar pela exclusão. É criar uma
sociedade em que fetos mal-formados ou simplesmente
indesejados são descartados. Como papel
usado, como laranja chupada, como lápis
quebrado. Como lixo. Mas são gente! E
querem viver. Quem falará por eles? Quem
lhes tomará a defesa?
Em horas decisivas da história,
houve gente que dormiu, que negou, que se escondeu,
que evitou, que fugiu. E você?
2. Projetos tramitam na Câmara
dos Deputados e no Senado Federal
Desde 1991 tramita na Câmara
dos Deputados, em Brasília, o Projeto
de Lei 1.135, que propõe a “descriminalização
do aborto” que, se for aprovado, o aborto
deixa de ser crime no Brasil. Já no Senado
Federal tramita um Projeto de Decreto Legislativo
(PDL) nº 1494/2004 que propõe a
realização de um plebiscito sobre
vários temas, mas, o aborto está
listado em primeiro lugar. Os dois Projetos
são inconstitucionais, em razão
de que o artº 5º da Constituição
Brasileira garantir a inviolabilidade do direito
à vida. E esta determinação
constitucional não pode ser modificada,
por ser uma cláusula pétrea.
3. A Vida começa na
Fecundação!
A despeito de argumentos contrários
a que a vida humana inicie na fecundão,
sob os quais se escondem os verdadeiros interesses
na manipulação da vida humana,
temos que afirmar o fato, verdadeiramente científico,
constatado pelas pesquisas no campo da Embriologia
e da Genética, que a vida humana se inicia
com a fecundação do óvulo
pelo espermatozóide, como afirma, entre
outros, o cientista francês Jérome
Lejeune, especialista em Genética fundamental.
Diz ele: "a vida humana individual começa
na fecundação. Quando os 23 cromossomos
masculinos transportados pelo espermatozóide
se encontram com os 23 cromossomos do óvulo
da mulher, todos os dados genéticos que
definem o novo ser humano já estão
presentes. A fecundação é,
portanto o marco inicial da vida humana individualizada”.
Por isso, somos defensores da vida e não
queremos que, em nosso país, o aborto
seja legalizado.
4. A quem interessa a legalização
do aborto.
Interessa a alguns setores
do governo federal, bem como a uma parcela dos
atuais parlamentares do Congresso Nacional,
que faz coro com os interesses econômicos
dos países ricos interessados no controle
populacional dos países pobres como os
“Fundos das Nações Unidas
para a População e para a Mulher”
e Organismos Internacionais como a Federação
Internacional de Planejamento Familiar (IPPF),
com suas filiais espalhadas por 180 países,
inclusive no Brasil (com o nome de BEMFAM).
Interessa ainda a algumas Ongs
que, equivocadamente, defendem o direito da
mulher de fazer o que bem entenderem com o seu
corpo, mesmo que isso signifique eliminar o
corpo do outro, de uma outra individualidade,
que ela carrega dentro de si, financiadas por
organismos internacionais como a Fundação
Ford e a Fundação Mac Arthur.
5. Aborto é uma questão
de saúde pública?
Dizem que as mulheres pobres
serão atendidas pelo SUS. No entanto,
isto é um engodo porque o SUS sequer
dar conta de atender a uma marcação
de consulta ou de fazer um simples hemograma.
Na verdade, o que acontece é que muitas
mulheres que querem dar à luz não
encontram vagas para realização
do parto, ocorrendo até morte nas filas
dos hospitais.
Portanto, dizer que aborto
clandestino é uma questão de saúde
pública e a solução é
a sua legalização é o mesmo
que querer resolver o problema dos usuários
de droga legalizando o comércio de entorpecentes
no país. A solução está
na prevenção, na educação
e na informação correta,mas também
no atendimento médico e psicológico
pelo Estado a todas as mulheres vítimas
de estupro ou que chegaram a uma gravidez indesejada.
Atenção especial deve-se dar às
jovens e adolescentes, orientando-as a não
recorrerem ao aborto em razão das consequências
físicas e psicológicas, bem como
jurídicas uma vez que o aborto é
crime no Brasil.
6. A mobilização
do povo é que vai garantir o direito
à vida.
Não basta sermos contra
a legalização do aborto. Chegou
a hora de ocuparmos as ruas e as praças
para manifestar de maneira clara, pacífica,
ordeira, o nosso repúdio, nossa indignação
a estas tentativas de criar uma lei que atente
contra a vida do nascituro.
Os defensores do aborto dirão:
outros países já têm o aborto
legalizado. Mas, será que devemos imitar
aquilo que tem de ruim e podre em outras sociedades
por mais avançadas que sejam tecnologicamente?
Não. A ciência avança a
cada dia e haverá de encontrar outras
soluções que não seja a
morte de seres humanos que querem nascer e que,
diante da prática do aborto, não
têm como se defender.
Cabe ao Estado e a sociedade
criarem as condições de garantir
a inviolabilidade da vida do nascituro (artº
5º da Constituição Brasileira)
que como SER HUMANO em desenvolvimento no útero
materno tem garantidos direitos no âmbito
civil, como bem define o art° 2° do
Novo Código Civil Brasileiro.
7. Participe da Marcha Nacional
da Cidadania em Defesa da Vida
Portanto, no dia 15 DE AGOSTO
DE 2007, quarta-feira, em frente ao Congresso
Nacional, na Esplanada dos Ministérios,
em Brasília, com concentração
a partir das 17 horas, você tem um COMPROMISSO
com a DEFESA DA VIDA. Dê sua contribuição
e diga NÃO à LEGALIZAÇÃO
do ABORTO no Brasil.
Promoção:
Movimento Nacional em Defesa da Vida –
Brasil Sem Aborto!
Contatos:
Comitê da Marcha: (61) 3345-0221
Coordenação Geral
da Marcha: (61) 8117-9107
Email: marchanacional@brasilsemaborto.com.br
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